quinta-feira, novembro 10

Nada importa

Nada nesse mundo importa – às vezes te sinto, em silêncio às vezes te chamo e sei que de alguma maneira me sentes e ouves. Outro dia te chamei e tu apareceu, não sei se porque chamei ou o chamei pois o senti por perto, vai saber, não sei. Sei que o coração atrai. Em sutilezas me alcanças a tua presença, brilhante que é, imensa e profunda, como um oceano para se perder. Perdi-me? Sei onde estou, para onde vou – apenas espero te encontrar por lá. Às vezes me vens num sonho, dizer uma coisa ou outra, à toa ou séria, e o que sinto é a mesma coisa exata que em tua presença, um arrebatamento completo e vivo, total e absoluto, inexplicável em si mesmo.

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