quinta-feira, dezembro 22

Ipanema, um dia

No horizonte da minha carne, o sol vadia...
Anexo o olhar de um poeta.
A brisa que despercebida como um lamento
Baila
É só o arfar inócuo de borboleta
E um canto de pássaro

Adiante o precipitar da primeira estrela
Em brio, o céu ainda arde azul e ternura
O sol, em ruína, jaz suspenso.

Já se foi a primavera,
...O amor que sonhamos?

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